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PAINEL – Changing audiences, changing methodologies

In painéis on 11/12/2009 por futuresofog Marcado: , , ,

A novidade do conceito transmedia vem forçando os pesquisadores e institutos de pesquisa a mudar seus conceitos no que diz respeito a perfil do telespectador e números de audiência. Uma vez que o conteúdo transmedia permite o engajamento do consumidor em diferentes níveis, essa mudança de comportamento se mostra vital.

Moderador: Eleanor Baird –Director, Partnerships & Analytics, Tube Mogul

Mesa: JuYoung Lee – Co-Founder & Chief Scientist, ACE Metrix; David Spitz – Director of Business Development, WPP; Trapper Markelz – VP Products, GamerDNA; Joel Rubinson – Chief Research Officer, The ARF; Jack Wakshlag – Chief Research Officer, Turner Broadcasting System, Inc.

[DMIGNANI] How long?; how many? ;  how often? Três perguntas repetidas inúmeras vezes durante o painel por Jack Wakshlag. Ele foi o figuraça do dia. Republicano com a maior má vontade de olhar para o futuro e fazer alguma concessão com o painel. Ele diz que só considera qualquer métrica se responder a estas 3 perguntas – seja TV, mobile ou web. Web e mobile tem métricas individuais e muito mais ricas que TV, mas não respondem as 3 perguntas acima, segundo ele. Portanto, desqualifica tudo de novo que está por aí ( socorro).

Vou focar apenas nele e deixar meus amigos falarem do resto. Quem é Jack?

(1) nós não acreditamos no que as pessoas nos dizem ( se não ninguém teria assistido ao julgamento de OJ ) >> temos empresas nos ajudando a descobrir as decisões não conscientes dos consumidores, e só desta forma conseguiremos ter informações de fato. Perguntar para as pessoas, não nos ajuda. Precisamos ir fundo. Faz sentido — vivemos esta angústia em nossas pesquisas por aqui.

(2) uma pessoa gasta em média 35h semanais assistindo TV e 6h on line. Para on line vídeo são 3 horas/mês e metade disso no YTube em formato curto e depois Hulu. Nenhum dos dois tem 1 real de lucro. Este é o mundo que eu vivo e todos ainda tem que lidar com ad impressions, time spent etc. Esta é a realidade : 95% é TV e 4% é timeshifted. As pessoas estão cada vez mais interessadas em cross plattaform sim . Os heavy-users da CNN.com são heavy-users da CNN. Ok, mas este é o presente, estamos aqui para vislumbrar o futuro que já está a caminho …

(3) Nós monitoramos tudo , facebook, twitter , blogs etc. Não podemos desconsiderar o feedback da nossa audiência, pois este é o nosso negócio. Temos um time de 140 pessoas, que tem como missão transformar dados em informação e transformar em conhecimento. Os acionistas não querem ver dados e sim,  o pulo do gato que só a informação traz. Super estrutura e ainda não chegaram lá. Uma dica: researchexcellence.com, traz estudos multiplataforma em larga escala .

(4) Para finalizar, a maior das contradições: pergunta da plateia – vc consegue responder as 3 perguntas, com os dados da Nielsen?? Vc pode generalizar a amostra de 18k? E Jack responde … não é o melhor , mas é o que temos. Vai entender?

[TAMBAROTTI] Um ponto importante foi colocado no painel de perguntas e levado para a mesa: se você conseguisse quantificar o engajamento, vc conseguiria inovar o negócio?

Jack mais uma vez deu porrada ao dizer que nos enganamos ao achar que projetos nichados servem de modelo. Ele generalisou e disse  que grandes marcas geram mais engajamento do que as pequenas. Coca-Cola é Coca-Cola. Marcas grandes de sucesso têm approach diferente.

Indo contra as opiniões preto-no-branco de Jack, Ju Young Lee abriu o horizonte e disse que há maneiras de se fazer as perguntas durante uma pesquisa para se conseguir respostas que não apenas as racionais. Segundo ele, a Innerscope é ótima para medir reações, mas é muito difícil atrair as pessoas para participar desse tipo de estudo. Medo do desconhecido é uma das razões que te levam às marcas grandes.

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FUTURES OF ENTERTAINMENT 4

In Uncategorized on 07/12/2009 por futuresofog Marcado: , , ,

O evento é organizado pelo C3 – Convergence Culture Consortium, departamento do MIT, em Boston. É capitaneado pelo Henry Jenkins, autor do livro ‘Cultura da Convergência’, já lançado no Brasil.

O FOE examina e reflete sobre os novos caminhos que o mercado está tomando por conta da galopante integração entre conteúdo e marcas através das mais diferentes plataformas de mídias. E também por conta da presença cada vez maior dos consumidores no fluxo de produção e consumo dessa ‘mídia’.

O C3 se alia com pesquisadores, pensadores e empresas com o objetivo de entender e desenhar estratégias para inovar e sobreviver neste novo cenário. A DGCORP já conversa há algum tempo com o Jenkins com a finalidade de tornar a nossa empresa uma das patrocinadoras do C3, além de  trazê-lo para workshop na TVGlobo. O benefício em ser patrocinador é poder ter acesso aos estudos do C3, e também , encomendar estudos específicos para as OGs.